Pesquisadores Chineses Desenvolveram Um Radar Que Você Não Precisará Ler A Placa Do Carro

Pesquisadores Chineses Desenvolveram Um Radar Que Você Não Precisará Ler A Placa Do Carro

Pesquisadores Chineses Desenvolveram Um Radar Que Você Não Precisará Ler A Placa Do Carro 1

Um grupo de desenvolvedores da Universidade de Pequim (China), está trabalhando em um novo sistema de reconhecimento de carros para radares. De frente, o que implicaria uma revolução, uma vez que este sistema reconheceria o carro sem a inevitabilidade de ler a matrícula. Em vez de ler a placa, os novos radares é basarían as características do veículo, como sua linha, batidas ou arranhões que tenha. Estes fatos serviriam de fonte para saber de que veículo ou moto se trata.

O novo sistema agora tem nome, e é “Repression Network”. Apesar de ainda está em fase de desenvolvimento, em começo, se valeria de inteligência artificial pra fazer este reconhecimento do veículo. Os atributos percebíveis estariam classificados em duas categorias, uma vez que olharia em tão alto grau os “dados grossos”, isto é, os pontos mais típicos do automóvel (cor, marca, modelo…), como as imperfeições que possa ter no organismo.

entretanto, de instante, os motoristas conseguem continuar tranquilos, já que ainda não está prevista a sua aplicação, uma vez que poderia ser oposto ao direito à intimidade. Igualmente, poderá ser proveitoso se é utilizado para distinguir automóveis gravados por câmeras de vigilância em casos de veículos roubados.

o instante todos os tipos de radar funcionam de acordo com o mesmo princípio essencial: emitem uma onda eletromagnética pro objecto a detectar, a onda quica e volta para a antena. Analisando o sinal devolvida podem saber muitas características do instrumento em questão, entre elas a velocidade.

  • Batman, Batman! A minha mãe não me faz caso
  • Identificar pontos fracos pela categoria
  • Destruir o exército vermelho de ser impossível ao jogador da direita
  • 5 Lançamentos Mais Significativos

Mas também podemos fazer uma segunda classificação entre os radares de trecho e os de contato. A esta velocidade, se daria a volta à terra sete vezes e meia a cada segundo. Muita gente pensa que o radar mede o tempo que demora para o feixe eletromagnético ao redor da antena, contudo não é bem então. Na verdade, segundo nos conta Jaime López, “como a velocidade da iluminação é tão alta, o radar deve ser apto de verificar períodos de tempo muito curtos, o que é muito difícil e caro”.

Na realidade, o funcionamento do radar baseia-se no “efeito Doppler”. Este efeito acontece no momento em que o receptor da onda se move em ligação ao emitente, ou vice-versa. Se o emissor está se movendo, significa que a cada nova oscilação, a começar por uma localização ligeiramente contrário, e, em consequência, a distância entre cada crista da onda será distinto.

Depois da emissão de uma oscilação, o emitente se desloca pra frente, com a seguinte balanço estará mais perto que se o emitente tivesse estado parado. Quando estas ondas mais juntas chegam a um receptor, parece-lhe que a frequência é superior.