“No Ensino Médio, É Há Longo Tempo E Entende-Se Pouco”

“No Ensino Médio, É Há Longo Tempo E Entende-Se Pouco”

"No Ensino Médio, É Há Longo Tempo E Entende-Se Pouco" 1

o ensinam bem a Matemática na instituição? Depende. Se você me pergunta, na Finlândia, respondo-lhe que sim, que agradável. Se me pergunta em Singapura, digo-lhe que sim, que agradável. Se você me pergunta, pela Suécia, visto que depende do colégio. E se me pergunta em Madrid, eu responderia que depende do colégio, assim como.

Com a sua resposta, confirma os últimos resultados do PISA, de 2009. (PISA é o acrónimo do Programme for International Student Assessment, Programa Internacional de Avaliação de Estudantes da Organização pra Cooperação e Desenvolvimento Económico, OCDE).

É verdade que os homens são melhores em matemática do que as mulheres? Eu teria que narrar não, porém sim. Bom, é distinto. Porque os homens têm muito mais praticidade para o abstrato. Eu, a diferença que vejo entre guris e crianças, pois o trabalho com os 2, é que os caras querem fazer muito, mesmo que não entendam, e, logo em seguida, entendem fazendo, ao contrário, as garotas querem perceber primeiro e depois fazer. Claro, a primeira impressão que ocorre é que as criancinhas não sabem, porque não executam, no entanto querem perceber. Mas, parece que o cara domina muito, entretanto não entende de nada, só faz, e, logo depois, sabe.

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  • Recabarren, P. (2010). Comunicação pessoal

Quer dizer, a extenso prazo, os dois entendem, porém a forma de chegar lá é totalmente diferente. O que sim é verdade é que os grandes filósofos são homens. Mas assim como há grandes matemática como Sonja Kowalewski, há grandes matemática também. Há que ter uma competência especial, muito alta, com um coeficiente intelectual considerável, pra preparar-se Matemática pela universidade?

Não. Acho que melhor não. Porque os que têm um coeficiente intelectual muito grande quase nem sequer precisam de dirigir-se para a instituição de ensino, os normais irão, e irão aprendendo colocando como peças, como um lego. Vão construindo, insuficiente a pouco, fazendo um corpo matemático.

Sim. Ocorre assim como pela Suécia. O problema é que não se ensina o aluno a sonhar. Como uma galinha, surgindo, por aqui e ali. Mas sem levantar a cabeça. Se as crianças aprendem na instituição a reflexionar, não têm dificuldades na universidade.