Catalunha Continua A Anomalia Política E Social

Catalunha Continua A Anomalia Política E Social

Catalunha Continua A Anomalia Política E Social 1

Em paralelo com a penetração no campo associativo, a apropriação do espaço público por porção do secesionismo é o sinal mais perceptível da anomalia catalã. Quase 40 anos depois, a televisão e a rádio públicas regionais catalães tornaram-se colunas únicos e exclusivos de uma única ideologia.

Catalunya Ràdio não fica para trás. Apesar de ser uma rádio pública, os jornalistas, líderes de seus programas, se manifestaram certamente a favor de uma idéia política: a nacionalista. Em condições normais, os apresentadores de TV3 e Catalunya Ràdio ejemplificarían a pluralidade que se está representada no Parlamento ou nos lugares catalães que se escolhem as eleições gerais.

Mas não é assim sendo. Nem um único apresentador ou jornalista de TV3 e Catalunya Ràdio expressou a tua insatisfação com a tarefa que se faz a partir de seus estudos e que a oposição denuncia periodicamente. Nesta linha, os Mossos bem como desempenham um papel importante. Não é menos correto, contudo, que os Mossos não existe, ou pelo menos não se reflete diante a sociedade, a unanimidade, que sim, é evidente em TV3 e tvc.

Desde os sindicatos de policiais critica, às vezes com brutalidade, as decisões, as declarações ou as ordens que recebem de seus superiores. Efetivamente, a cúpula dos Mossos está mais politizada que os agentes privados. E pra impedir os equilíbrios (políticos profissionais) que o corpo humano tem sofrido, Miquel Buch, conselheiro de Interior, acaba de fazer a limpeza entre os máximos responsáveis pra ter um superior controle do corpo humano.

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por esse assunto, um novo objeto de escoltas para a segurança de Quim Torra, presidente da Generalitat, estará ante as ordens de Presidência e não do Interior. Uma iniciativa que não curti no cuepo policial e que foi pensado receios.

O “companheiro de paller” do nacionalismo catalão é o ensino. Se você controla a educação de crianças, encontra que cada independentista, não importa o passado ou as raízes de seus pais. Assim, cabe erradicar cada tentativa de que o português seja, juntamente com o catalão, a língua de escolarização ou língua veicular no ensino das salas de aula catalãs. A catalunha é o único território da Europa, em que uma de tuas línguas oficiais (português) tem um tratamento diferente, e pior, que outro oficial (o português). Concretamente, os pais que querem que seus filhos estudem com o catalão como língua veicular, poderão fazê-lo em qualquer ponto da região e, vale recordar, apesar de seja óbvio, não são inmersionados se são falantes da catalunha.

Uma coisa que não acontece com os pais que optam pela língua espanhola, que não têm centros a que recorrer e a Generalitat os obriga a inmersionar em catalão para seus filhos. À margem do método linguístico, que se circunscreve a uma questão de direitos fundamentais, mais do que um estilo relativo à linguagem, a Secretaria de Educação faz ouvidos surdos às acusações de doutrinação escolar. Também foi soado o plantão de Quim Torra e seus conselheiros pela última gala de entrega do prémio Planeta, que nem sequer compareceu a responsável de Cultura, Laura Borràs.